Foto: Felipe Nyland/Agencia RBS.
Luiz Carlos Winck prega respeito ao time regido por D’Alessandro.
E não medo. O técnico do Caxias quer decidir a vaga à final do Gauchão no
Centenário. Para isso, vê como fundamental conseguir um empate no jogo do de
ida, no Beira Rio.
Luiz Carlos Winck, técnico do Caxias falou sobre o
confronto diante do Inter pelo Gauchão:
Apesar
da campanha do Caxias, o Inter é o favorito?
Com certeza, principalmente pela folha de pagamento. É
muita distância de uma para outra, apesar do Caxias ter uma tradição muito boa
no Campeonato Gaúcho.
As
três vitórias nos clássicos contra o Juventude ajudam o Caxias a chegar forte
nas semifinais?
Não tenha dúvida, eleva a autoestima dos jogadores, sim.
Qual
o objetivo do Caxias para este primeiro jogo no Beira-Rio? Não levar gols?
Projetamos fazer um bom jogo. E é por aí, não levarmos
gol. Podemos criar a situação de um empate para decidir em casa, essa é a
ideia. Temos de levar o jogo a ponto de termos condições de decidir na segunda
partida. Temos uma equipe muito sólida na questão de marcação e um poder de
ataque muito bom. Fizemos 18 gols. É a melhor defesa e uma dos melhores
ataques. Mostra um equilíbrio, e espero fazer dois grandes jogos.
Há
uma diferença no Inter que vocês enfrentaram na fase de grupos para o time que
vão encarar na semifinal?
O Inter cresceu, está definindo uma equipe. Passou por um
processo de reformulação da Série A para a Série B. E está montando um time
para isso. A pré-temporada colorada foi mais curta em relação os clubes do
Interior. Houve um crescimento, sim, e tem que ser respeitado. Vamos para os
dois jogos respeitando o adversário. Não podemos ter medo.
O
que mais preocupa você no time do Inter?
A volta do D'Alessandro. Ele é, tecnicamente, o melhor
jogador que o Inter tem. O time está ajustado. E uma torcida que eu aprendi a
respeitar. Devo tudo ao Inter, mas hoje estou no Caxias. O restropecto do Caxias é bom contra a dupla Gre-Nal (2 a
1 sobre o Grêmio no Centenário e 1 a 1 diante do Inter no Beira-Rio).
Isso nos credita para sonharmos, se não sonharmos
grande... Temos que sonhar grande. Sei que vai ser muito difícil, mas vamos
trabalhar em cima.
Fonte: ZH


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